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Vigilância orienta população sobre aparecimento de morcegos em Lages
26/03/2026
Comunidade, atenção: Evite contatos com morcegos, isole o local onde eventualmente apareceram e acione a Vigilância para receber orientações e obter recolhimento seguro

A Vigilância Ambiental de Lages orienta a população sobre o aparecimento de morcegos em áreas urbanas, situação considerada natural, especialmente em períodos de calor ou mudanças no ambiente.

Apesar de não haver motivo para pânico, o órgão reforça a importância de se adotar medidas preventivas, como, evitar o contato com morcegos, vivos ou mortos, manter portas e janelas protegidas, principalmente durante a noite, e impedir que animais domésticos se aproximem destes animais. Em casos de morcegos caídos ou com comportamento incomum, a recomendação é não se aproximar. O controle deve ser realizado de forma segura e não letal, conforme prevê a legislação ambiental.

A prefeita Carmen Zanotto destaca que o trabalho de orientação e prevenção é essencial para garantir a segurança da população. A secretária da Saúde, Rose Cristina Possato, enfatiza a atuação das equipes. “Nossos profissionais estão preparados e atuam de forma contínua na orientação e no atendimento, assegurando respostas ágeis e seguras sempre que a comunidade precisa”, esclarece.  

De acordo com a gerente da Vigilância Ambiental, Luana Mazzuchetti, a orientação é que a população mantenha a calma e siga as orientações dos órgãos de saúde. “Os morcegos têm um papel importante no meio ambiente, mas, é fundamental evitar qualquer tipo de contato. Em caso de dúvida ou ocorrência, a Vigilância está disponível para orientar e realizar o manejo adequado”, alerta.

Por sua vez, a Vigilância em Saúde orienta que em caso de morcegos dentro de casa, a recomendação é isolar o ambiente e acionar a Vigilância Ambiental por telefone - (49) 3251-7612. Se houver contato físico com pessoas ou animais, é necessário procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

Os morcegos são animais silvestres protegidos por lei, e o manejo deve ser feito exclusivamente por profissionais autorizados. A Vigilância Epidemiológica segue monitorando a situação e permanece à disposição da comunidade, além de reiterar que não há motivo para pânico, desde que as orientações sejam seguidas.

Texto: Silvana Mateus

Fotos: Divulgação

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